segunda-feira, 30 de julho de 2012

Era você

E eu finalizo por aqui.

A última lágrima. O último suspiro.

A última vez em que fiquei observando sua foto no meu mural. Maldita foto, ali tão linda, tão cheia de brilho no olhar e amor no começo. Tão cheia de você. Estou cheia de você! Cheia de amor, cheia de ódio, cheia de vontade, cheia de desejo, cheia de "não te quero mais", cheia de "estou mentindo". Mas você me ignora com uma maestria digna de aplausos. Me prende involuntariamente em você, com a consciência de quem sabe onde está pisando. E volta. Volta com um sorriso, um abraço, uma provocação boba. E eu derreto. Derreto de raiva, derreto de amor. Sempre derreto. E pela nonagésima nona vez, fico feito uma idiota questionando quando foi o momento em que me deixei virar essa pessoa tão "do avesso".

Nunca fui de me deixar levar por sentimentos, nunca gostei disso. Sempre fui do tipo que só apresenta os sentimentos para as pessoas certas. E por quê raios eu fui imaginar ser você a pessoa certa pra mim? Desde quando eu me deixei cegar por alguém que NUNCA demonstrou o que queria comigo? Desde quando deixei de ter o comportamento de mulher precoce para virar a menininha ultrapassada? Já me cansei disso. Cheguei ao ponto de estar cansada de mim mesma. Porque, até pra mim mesma, estou com a imagem de solteira, chata, apegada ao carinha que não quer nada com ela, que a esnoba, e deixa claro que ela não é nada, não foi e nem será. Seu verbo comigo é sempre nesse sentido. E o nunca sempre virá acompanhando. Nunca foi meu, nunca me quis de verdade, nunca vai querer, nunca vai me ver... nunca vai me amar.


E, como uma criança mimada de cinco anos, meu coração faz birra, se joga no chão, chora, se debate por você! Te odeio nesse momento, coração! Odeio essa sua mania de querer o impossível, de me colocar em prova de fogo, sabendo que eu vou me queimar e morrer. Odeio não ter o poder de te controlar e te direcionar para aquele amor seguro e confiável. Aquele amor que está naquele carinha que sempre te quis... e você teimoso, o ignorou. Aquele carinha que te daria o amor na medida que você precisa e o valor que você sempre mereceu, mas que não tem os olhos dele, não tem o sorriso dele, não tem o bom humor e a "chatice" dele. 


Coração, juro que, se eu pudesse, se eu tivesse um tête-à-tête com você, te daria uma lição!


Mas, carinha chato, eu te juro... Essa foi a última lágrima. Esse foi o último suspiro. 


E a pessoa certa? Não é você... Era você.


Só por hoje não quero mais te ver. Só por hoje não vou tomar minha dose de você. Cansei de chorar feridas que não se fecham, não se curam. E essa abstinência uma hora vai passar...
Pitty

Espero que tenha sido uma boa leitura. Esse texto está um tanto quanto ácido. Porém, tenho certeza que fala o que muita gente pensa e vive. Obrigada, meus queridos leitores, pela imensa quantidade de visitas. Estou adorando escrever para o blog! 

♥ Agatha Mesquita ♥ 

terça-feira, 24 de julho de 2012

Acronimo


Deixando o destino seguir em frente

Escolhendo o caminho a percorrer
Na aventura de vida recente.
Instantes eternos que ao dizer
Só quero você plenamente
E, feliz, te fazer.

Agonia em estar só,
Bem diferente de tempos atrás,
Rapidez em sentir o efeito dominó
Estilhaços de dor, aliás,
Um coração atado com um nó 
Saudades de momentos passados
Impossíveis de serem revividos,
Lugares a serem revisitados,
Valores a serem amadurecidos
Almas com futuros entrelaçados


A garota que apareceu de repente
Refazendo o modo de viver
Alegrias para um coió
No olhar de cor lilás
Ternura e carinho transformados
Em sentimentos nascidos


               



Simplesmente por estar com você


*coió – gíria(tolo, bobo) 

Só sei que nada sei.
Sócrates


Texto de  Bruno Costa.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Mais Uma Vez...


Há dias que ela aparece assim de repente e fica por um longo tempo. Senta ao meu lado, me traz um bom vinho, conversa e às vezes até dorme comigo.

Ela vem assim, sem avisar, sem dar sinal algum. Vem em forma de letras. Em papéis de carta que encontro por acaso ao revirar minhas coisas no guarda-roupa. Estão escritas com sua caligrafia de menina dizendo as coisas mais lindas que já li.

Mas então ela se vai... um livro, uma revista qualquer, uma conversa sem sentido com alguns amigos e tudo passa.

E então ela vem. Vem em forma de imagens. Naquela foto que ainda está guardada no computador, numa pastinha especial, que por acaso encontrei ao buscar uma imagem qualquer. Naquele filme que vimos juntos os trinta primeiros minutos, e que você adormeceu no meu colo logo em seguida e eu, admirado, lhe deixava descansar. E depois, sem o menor sucesso tentava me convencer que havia visto tudo.

Mas então ela se vai... uma partida de futebol, um programa de humor na televisão e tudo passa.

Mas ela retorna... desta vez em forma de música. Canções que já cansei de escutar, mas que agora, tudo o que era cantado me fazia mais sentido, degustando cada prosa, cada misera letra. Sentia a dor na voz tremula do artista.

Mas ela se vai... um heavy metal, uma paródia qualquer que me faz rir e tudo passa.

Mas ela é insistente e astuta e volta outra vez. Ela vem também pelo ar, com o aroma do café fresquinho que me traz a imagem de você sentada no chão da cozinha com o olhar ansioso pelo lanche da tarde, com pão e queijo derretido. Vem com o cheiro do brigadeiro que só você fazia com maestria e que sabia exatamente como me ganhar.

Mas ela, enfim, se vai... uma festa qualquer com os amigos, um beijo, um carinho, um abraço e tudo passa.

Mas ela vem assim também, em forma de versos. Versos que escrevo com dificuldade em um pedaço de papel que as minhas lágrimas encontram sem cessar. Mas já estou calejado, com o tempo aprendi a suportar a dor e levantar minha cabeça mais rapidamente. Com o tempo aprendi que ela vem sem dó nem piedade, mas que logo ela vai passar.

"Se fosse só sentir saudade, mas tem sempre algo mais..."

Legião Urbana - Angra dos Reis



Texto de Diego Couto

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Tragicômico



Durante certo tempo, te interpretei da forma mais profunda, visceral e amável possível. Observei-te de longe, de perto... Vi no fundo dos teus olhos faíscas, estrelas e pontos de luz. Beijei tua boca. Quis parar o tempo, naquele momento! Pra sentir e eternizar o gosto do teu beijo. Te abracei. Fiz carinho. Fiz chamego, dengo, doce... Adormeci meus olhos nos teus, dormi nos teus braços, enquanto trançava teus dedos nos meus cabelos. Tudo foi tão lindo, tão vivo, tão apaixonante... Que era difícil de acreditar que era eu quem vivia aquilo. A sensação era tão deliciosa, o sentimento era tão puro e sincero, que meu coração sorria, cantava, criava poemas e brincava de roda, a cada carinho teu.

Onde isso foi parar?

Lembro-me de te ouvir falar: “Para onde vai esse caminho?”... Te devolvi a pergunta: “Não sei, para onde vai esse caminho?”. É... Devolver pergunta com outra pergunta não funciona.

Hoje não te interpreto mais. Não faço pausas, não te observo com meus olhos puros e apaixonados. Não derreto perante a sua presença, não sinto as “borboletas no estômago”. Consigo olhar nos teus olhos sem dilatar a pupila. Consigo conversar sem sentir as maçãs do rosto ferver, ou o corpo arrepiar... Sento ao teu lado e já não sinto a vontade de pular no teu colo, te beijar, fazer cara de boba e te arrancar um sorriso largo, sorriso que diz “Ah, sua boba... gosto de você do jeitinho que você é, até com essa cara de ‘boba’ aí!”. Ao te abraçar, já não sinto o corpo aquecer. Já não tenho medo de permanecer por mais de três segundos em teus braços, para que não penses que estou a insistir em te amar. Te abraço por cinco minutos, se você quiser, não mudará nada em mim. Não mais. Eu olhei nos teus olhos... Vi uma rua sombria com um poste velho. Senti medo de ser assaltada, de tão escuro que era o lugar.

E sabe de uma coisa? Eu achei que essa seria a melhor sensação do mundo! Te olhar e não sentir nada. Saber que eu superei você! Superei as noites em que passei acordada, sonhando com o dia em que poderia te beijar novamente, te abraçar bem apertado e dizer: “Que bom, que maravilha! Finalmente  se arrependeu de me deixar pra trás! Viu que sou sincera quando te digo que teu sorriso é lindo, que és uma pessoa rara, que eu posso te oferecer o melhor e o pior de mim, com a garantia de que jamais irá se arrepender!” 

Pois é... Essa não foi a melhor sensação do mundo. Fiquei mais triste por ter te superado, do que por ter sofrido as dores de amar sem ser correspondida. Não sei o porquê, não sei o motivo. Mas te tirar de dentro do coração doeu mais. Doeu muito mais.

Continuo a te admirar como pessoa, como ser humano, como amigo. Mas não te vejo mais como amor. Não te sonho, não te invento, não te busco... Não sofro mais. Porém...

Faria tudo de novo, sem pestanejar. Tragicômico. 

 

Espero que tenha sido uma boa leitura! Agradeço à todos pelas visitas. Meu blog tá crescendo e é graças à vocês! 

Um beijo!

Agatha Mesquita ♥

Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…
Martha Medeiros
 



segunda-feira, 16 de julho de 2012

O lado ruim da "coisa"

Falar do que é bom muitos sabem. Eleger suas melhores qualidades, dizer que ama os animais e que faz um bolo de fubá como ninguém! É fácil falar que o seu sorriso é lindo e constante, que você é uma pessoa guerreira, sincera (Ah, e que o seu pior defeito e melhor qualidade é a sinceridade... bleeeeeh), que luta com afinco pelos ideais, que sempre enxerga o melhor dos outros, que acredita no amor verdadeiro e na beleza interior de cada um...

Difícil mesmo é enxergar os próprios defeitos. Mostrar o seu pior lado, enumerar suas "não qualidades" e, através delas, provar ao mundo que você também erra.

Me incluo nessa lista dos "só-mostro-falo-exponho-o-que-tenho-de-bom". Porém, comecei a pensar... Talvez, o que afaste nosso "amor eterno de 15 dias" de nós, seja exatamente isso. Pecamos na vontade de ser aceito. Exageramos no desejo de impressionar. Queremos que os olhos amados nos vejam da maneira mais bonita e perfeita possível. E nos escondemos sob o clichê "essa sou eu! Me ame ou me deixe". Fingimos estar humildemente reconhecendo nossos "defeitos". MENTIRA! Escondemos sempre o que temos de ruim, o que nos faz humanos complexos e estranhos.

E aquele ditado: "de perto, ninguém é normal", FAZ TODO SENTIDO!

Então, me coloquei a rabiscar meus defeitos REAIS. E a lista ficou enorme. Eis alguns:

  • Primeiro defeito real a reconhecer: TÁ, EU SOU DRAMÁTICA! (Conheço alguém que vai rir muito, lendo isso);
  • Odeio que me acordem;
  • Sou resmungona;
  • Minha mesa no trabalho é organizada, meu computador, meus textos, minha vida... Tudo está organizado. Menos o meu quarto. ODEIO ARRUMAR O MEU QUARTO!
  • Não me peça para participar de teatro. De nenhum tipo. Darei uma desculpa e um sorriso amarelo mas, no fundo, estarei com uma vontade enorme de mandar você para um lugar bem "chatinho".
  • Sou ciumenta;
  • Sou auto destrutiva ao extremo! Sempre acho que o problema sou eu, que não fiz o meu melhor, que sou feia, gorda, chata, blá, blá, blá e seus fricotes;
  • Me apego fácil demais;
  • Amo fácil demais (pode não parecer, mas isso é um defeito);
  • Fico deprimida com muita facilidade;
  • Me irrito com muita facilidade;
  • Falo muito alto;
  • Como besteiras demais (tá, isso eu posso mudar. Aliás, to tentando);
Parei por aqui... essa lista está, realmente, muito grande. Alguns defeitos são considerados "defeitinhos", mas esses são os menos visíveis, e que podem fazer um estrago no dia de alguém.

Proponha-se essa tarefa: enumerar seus defeitos reais. Com certeza, a partir disso, você enxergará que, os piores defeitos que você aponta em alguém, podem ser nada, comparados aos seus. 


Ah... E, por favor, pare com essa baboseira de que o seu maior defeito é a sinceridade. Até isso é uma mentira. Afinal, se falássemos tudo o que pensamos sobre todos, a todos... Ninguém teria amigos. Seríamos todos faladores solitários.


Post "slap". Um tapa na cara. Principalmente na minha. Estou tentando mudar, tentando ser menos hipócrita e mais "conhecedora" de mim mesma. Não posso me propor a conhecer, enxergar e aceitar alguém, enquanto não fizer isso comigo mesma. Comecei essa tarefa. E comecei pelos defeitos. Já me fez um bem danado. 

As palavras são soltas, os pensamentos complexos, paradoxais e perturbados. Mas o coração tá botando pra fora, para que você veja, sinta e pense junto comigo. Espero que tenha sido uma boa leitura.

Um beijo!





Agatha Mesquita ♥


sábado, 7 de julho de 2012

Gosto, não gosto!



Eu gosto de café!
Eu gosto de bolinho de chuva com recheio de banana, feito pela minha mãe.
Eu gosto do meu travesseiro da Moranguinho.
Eu não gosto de carne de panela.
Eu gosto de cafuné de amigo.
Eu gosto do abraço apertado da minha amiga.
Eu gosto de andar bem devagar, na calçada da praia.
Eu gosto de comida japonesa.
Eu não gosto de roupas amarelas.
Eu não gosto que me chamem de “amarela”!
Eu gosto de ir à missa.
Eu gosto de ir para o barzinho, beber, comer churrasquinho e rir até doer a barriga, com os meus amigos.
Eu gosto de ler livros de romance.
Eu gosto de romances.
Eu choro com romances.
Eu quero um romance!
E eu gosto dessa poesia.
Desse amontoado de palavras, dessa lista de “gosto não gosto”.
A minha poesia não tem rima, mas tem lembrança.
E tudo isso me lembra que...
Entre tantos “gosto e não gosto” que tenho na vida...
Encontrei um “gosto” que eu gosto.
Encontrei um “quero” que eu quero.
Sim, gosto de VOCÊ!
Sim, quero VOCÊ!

Muda


Mil palavras eu poderia dizer. Mil palavras pra te convencer que ao meu lado tudo seria diferente. Eu seria a sua menina, com lindos olhos e carinhos infinitos. Você seria o meu menino, com beijos na testa e um sorriso só meu. Talvez, com mil palavras, eu pudesse te convencer, abrir teus olhos e em ti viver...
Mas eu prefiro o silêncio. Emudeço a boca, a ponta da caneta e os dedos. Nada de mil palavras. A prosa é muda e a poesia se cala.
“Eu tenho fé na força do silêncio”. Cidadão Quem gritou aos meus ouvidos essa confusão, que coloca em minha mente um parafuso a mais.  Silenciar! Sim, silenciar. Mesmo que a minha vontade seja gritar aos quatro cantos do universo o quanto te amo, o quanto te quero. Silencio, pois é uma voz que não pode soar, são palavras que não podem sair.

E, se não podem sair, a medida mais uma vez se afirma como certa. É hora de silenciar. Emudecer e sufocar esse amor, até que ele morra. Pode até parecer trágico aos seus olhos... Porém, mais trágico seria perder-te por amar-te.



"Desamparada, eu te entrego tudo - para que faças disso uma coisa alegre" - [Clarice Lispector] 

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Sob Medida

Não dá pra mandar fazer. Não dá pra encomendar. Não dá pra reservar.

Você não o encontra numa prateleira de supermercado, cercado por vários outros iguais, de marcas inferiores ou superiores. Você não vai achá-lo no cantinho da biblioteca, como um livro velho, empoeirado e com páginas dobradas. Você não vai pedir à sua mãe que busque um exemplar pra você, na padaria do seu Joaquim. Ele não é chegado nisso. Aliás, não suporta essa maneira "objeto feito sob medida". Ele não gosta disso. Ele não é assim, nunca foi e nunca será. E, pensando dessa forma, você nunca o encontrará!

Você vai encontrá-lo numa quinta-feira chuvosa, naquela volta estressante pra casa, em meio ao trânsito caótico da sua cidade. Você vai topar com ele na rua, na sua caminhada no fim da tarde. Você vai reclamar dele, porque ele está demorando demais no caixa eletrônico. 

Resumindo, você não pode esperar encontrá-lo ali, pronto para ser seu, na hora em que você achar que deve encontrar. Ele te pegará de surpresa, pois essa é a especialidade dele. Te deixará atordoada, de queixo caído e de alma leve. Vai te fazer flutuar, chorar, rir, gaguejar, pensar em tudo... não pensar mais... ter uma cabeça cheia de sentimentos "à flor da pele" e uma boca insegura e muda. Mas é assim que vai ser, ele não tem hora, nem data marcada, nem aviso prévio para chegar. Quando você perceber, já estará envolta em seus laços e sem escapatória. 

E estará se deliciando com esses paradoxos sentimentais, com essas confusões e com essa sensação tão gostosa de estar com ele.

Ele te dará muitos risos frouxos.... Gargalhadas inexplicáveis! Vai te fazer chorar de saudade, imaginando e fantasiando o reencontro, o abraço aconchegante e o beijo quente... Vai mostrar a você uma nova forma de enxergar o mundo, com mais corações, borboletas, algodão doce, flores rosas e versos românticos. Te fará enxergar poesia até em um rótulo de maionese!!! 
   
Enfim, saiba que você o encontrará. Mas o segredo maior para conseguir esse encontro, é não procurá-lo. Por que, o gostinho maior que ele tem nessa vida, é o de "acontecer". Ele acontece... Simplesmente acontece.

Ah... o amor!

Espero que tenha sido uma boa leitura. E lembre-se: Ame mais, ame muito, ame sempre! 

Um beijo! ♥

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Stand By

Um sentimento bobo, imaturo e difícil de explicar. Teu simples "oi" me deixa nas nuvens.... Gosto desse friozinho na barriga que sinto ao estar perto de ti. Tens um sorriso sincero, puro e lindo de se admirar. Tens olhos profundos, que sempre me passam algo bonito e verdadeiro. 

Gostar de você me faz um bem e ao mesmo tempo um mal. E nesse gosto-não-gosto, nesse paradoxo sentimental, eu sigo. Sigo em frente, como quem tem hora marcada e não pode atrasar. O dentista me espera, o portão abrirá, o portão fechará... Não posso olhar pra trás, senão tropeço. 

Mas, a vida é assim mesmo, não é? A gente não pode parar, não pode simplesmente sentar e esperar, pois as coisas precisam de um impulso para funcionarem. Precisam ser ligadas na tomada, precisam sair do "stand by"...

Levantei, liguei novamente o coração na tomada e sigo em frente. Mesmo com as borboletinhas no estômago, que ficam pra lá e pra cá ao mero sinal da tua presença. Mesmo com o rosto corado quando preciso falar contigo, ou quando alguém fala de ti pra mim. Mesmo assim, sigo em frente, sem olhar pra trás. Até porque, o que é nosso, vem direto a nós, sem esforço ou sacrifício. Tudo é como tem que ser... Deus sabe o que faz... e é nEle que eu acredito, e não no que o mundo me apresenta.

Tu és lindo sim, és uma gracinha, és tudo o que enxergo em um bom namorado. E vai ser muito feliz, comigo ou "sem migo".  

Um beijo! ♥



terça-feira, 19 de junho de 2012

Mudança


Recorro às palavras escritas, que escapam pelos dedos, quando o coração manda falar e a boca não obedece. Te escrevo, te descrevo, te invento...




É... acho que te inventei.

Criei um personagem, que brilhou aos meus olhos como a luz da mais linda manhã. Te moldei na forma mais bela, com as melhores qualidades e os mais belos olhos que já ví. Sim, acredite...

Mas a ficção nunca me moveu... nunca me comoveu. Gosto do real, do aqui e agora... e não foi isso o que aconteceu. 


Meu personagem ficou na minha imaginação, nos meus sentimentos e nas minhas palavras rabiscadas. Meus dedos te criaram de um jeito que jamais alguém poderá criar... nem mesmo você ao se autodescrever. Meus rabiscos te encontraram puro e doce, meus olhos enxergaram além das tuas vestes e da tua aparência, além de tudo o que possa te definir ou te rotular. E, embora todos me dissessem que minha visão era errada, que meus olhos deviam buscar outro olhar, pois o seu não me merecia, fui teimosa. Insisti em te criar, em te escrever, em te descrever... em te inventar. 


Te inventei só meu. De corpo, alma, sentimento e coração. Te quis como uma criança quer desesperadamente o doce antes do almoço. Como um alcoólatra quer desesperadamente um gole de cachaça. Como uma mulher quer desesperadamente um homem. Te quis por inteiro, sem rodeios, nos meus devaneios, nos meus sonhos e na minha realidade. Te quis na minha rotina, nos meus braços, nos meus beijos e no meu sexo. Te quis... sim eu te quis. 


Quis... não quero mais.


Porque querer sozinha dói.

Doeu.

Hoje, não tenho dor. Tenho saudade do que não foi, mas poderia ter sido. Estranho? Pra você pode até ser. Mas, pra mim, faz todo sentido.



quarta-feira, 23 de maio de 2012

Tua dor...

Abandonei a minha dor...

E comecei a sentir a tua.

Não entendi, mas de repente, tuas dores, tuas dúvidas, teus sentimentos gritaram tão alto aos meus ouvidos que, num pulo, meu coração começou a bater conforme os teus compassos.

E, nesse momento, eu me senti a pessoa mais egoísta do mundo!

Egoísta por estar sempre pensando que sou frágil, manipulável e de fácil acesso. Egoísta por dizer a mim mesma que você me vê como um "temporary fix", uma pessoa que tá ali, pra matar tuas vontades, pra te satisfazer enquanto a dona dos seus sonhos e do seu coração não aparece. Egoísta por colocar sempre em evidência que o amor que sinto por você aguenta essa espera, esse vai e vem e você não o enxerga da maneira que eu mereço.

Me senti mal. Chorei. Lamentei. Fui dormir triste.

Hoje acordei com o pensamento em você e assim permaneci durante o dia. O espantoso é que, de forma alguma sonhei, suspirei ou fiquei te imaginando como antes, com cenários, situações e falas prontas e perfeitas aos meus ouvidos. Fiquei te imaginando confuso, cansado, triste e sem ânimo. Não saia da minha cabeça o fato de que, de algum jeito, eu tenho uma participação negativa nisso tudo.

Aí eu me senti pior ainda. 

Fiquei vasculhando em meu vocabulário as palavras certas para te falar, a maneira correta de te abordar e dizer que, independente de qualquer coisa, eu to aqui, eu quero estar, eu quero te ajudar, eu quero não te atrapalhar... Mas não encontrei uma sequer... Minha boca, nesses momentos, não consegue manter-se sincronizada com meu cérebro e as palavras fogem. Bandidas. Ligeiras. Somem sem deixar vestígios.

Resolvi não falar. Resolvi não interferir. Afinal, uma dor deve ser curtida, degustada e digerida, para que possamos dar mais valor às alegrias e coisas boas que nos acontecem. 

Meu silêncio falará por mim e o tempo falará por nós. 

Tenho um amor puro e sincero. Tenho braços abertos, beijos guardados, olhares apaixonados, carinhos e palavras doces a esperar o momento certo de serem ditas. Mas, somente Deus sabe qual o momento certo e a quem tudo isso está direcionado. Por enquanto, acredito que sejam para alguém que não quer tais coisas... Mas sou confiante e sei que tudo tem um propósito, até mesmo esta frustração a qual estou sentindo.

E é por isso que a tua dor foi, para mim, mais forte que a minha. Não consigo entender muito bem, muito menos espero que você, ou qualquer outra pessoa entenda. Mas externar isso se fez necessário, pois meu coração está transbordando, já não pode mais guardar tamanha "mistureba". Pela primeira vez, percebi a tua fragilidade, o teu medo, a tua "confusão". Percebi que as tuas noites também são longas e de vários pensamentos, percebi que o teu lado da história também é complexo e que também tens a "mente em parafuso". Percebi a tua humanidade sentimental, o teu coração pulsando descompassado, sem saber o ritmo certo. Percebi que a tua dança com o tempo está no ritmo errado e que teus pés estão cansado de tentar acertar na coreografia. Percebi que o teu mundo também está girando ao contrário.

Percebi que tu sofres tanto quanto eu... Percebi que a tua empolgação, alegria e bom humor também são iguais ao meu, daquele tipo que se vai quando ninguém está a nos enxergar. Que dá lugar a pensamentos sérios, a sentimentos confusos e a devaneios impossíveis. Sei que sonhas, sei que suspiras, sei que imaginas cenários, pessoas e conversas perfeitas aos teus ouvidos também.

Sei que tão cedo não deixarei de gostar de ti... Sei que ainda terei noites e mais noites com esses pensamentos a me acompanhar. Mas hoje, ao sentir tuas dores, ao me sentir egoísta e ao me ver "de fora", tomei uma decisão: VIVER E DEIXAR VIVER.

Quando quiseres, me procure. Estarei sempre aqui com uma boa conversa, um bom divertimento, até um beijo, quem sabe. Estarei sempre aqui para você. Não porque sou fácil, muito menos por desespero. Mas por saber que você vale a pena. Por saber que, até mesmo a sua amizade, já me basta. 

Talvez esse sentimento nem seja amor afetivo-sexual. Talvez seja. Mas o que sei é que, sua importância para mim não é medida pelo status (amiga, namorada, colega, ou só uma conhecida), mas sim pelo que sou na tua presença: uma pessoa melhor. 

Que tuas dores possam te ensinar algo valioso. Mas que possam ir embora logo. É o que desejo.



Estarei aqui, na torcida.


Espero que tenha sido uma boa leitura. Aproveito ara agradecer à grande quantidade de visitas que tenho recebido. É sempre um prazer saber que meu blog está atingindo cada vez mais pessoas.


" E a minha voz nascerá de novo,
talvez noutro tempo sem dores,
e nas alturas arderá de novo o meu coração
ardente e estrelado"
Pablo Neruda





sexta-feira, 18 de maio de 2012

Só hoje


Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito
Nem que seja só pra te levar pra casa
 Depois de um dia normal...
Olhar teus olhos de promessas fáceis
E te beijar a boca de um jeito que te faça rir
(que te faça rir)
Hoje eu preciso te abraçar...
Sentir teu cheiro de roupa limpa...
Pra esquecer os meus anseios e dormir em paz! 
Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua!
Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria...
Em estar vivo.
Hoje eu preciso tomar um café, ouvindo você suspirar...
Me dizendo que eu sou o causador da tua insônia...
Que eu faço tudo errado sempre, sempre.
Hoje preciso de você
Com qualquer humor, com qualquer sorriso
Hoje só tua presença
Vai me deixar feliz
Só hoje
Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua!
Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria...
Em estar vivo.
Hoje eu preciso tomar um café, ouvindo você suspirar...
Me dizendo que eu sou o causador da tua insônia...
Que eu faço tudo errado sempre, sempre.

Hoje preciso de você...
Com qualquer humor, com qualquer sorriso!
Hoje só tua presença...
Vai me deixar feliz.



Só hoje





quinta-feira, 10 de maio de 2012

Ontem

Ontem.

Ontem eu te ví. Meu coração parou. Parou e voltou... totalmente acelerado. É incrível como, ao seu lado, consigo experimentar sensações tão paradoxais. Loucura? 

É um sentimento que ainda não chegou exatamente ao que possa ser chamado inteiramente de amor... É uma paixão, um fogo... uma empolgação boa! Gosto de você, por quem és, por quem sou ao teu lado. Gosto de te admirar, de observar, ler tuas palavras, ouvir atentamente o que diz... Mas ainda não cheguei no amor incondicional. 

Você me encanta! Sim, me encanta! Não sei o porquê disso, muito menos quando começou... Mas tenho uma vontade imensa de sempre ter você por perto, sempre te contar tudo o que me acontece, sempre tentar te fazer rir, sempre ouvir tuas confissões... Vontade de ter você sempre aqui... junto a mim. Mas aquele amor para a vida inteira, ainda não chegou.

Seus olhos são lindos! Sim, eles são. E, todas as vezes, eu os vejo e "viajo"... Fico imaginando o dia em que eles brilharão como o sol... e eu serei o motivo de tal brilho. Mas o amor acima de tudo ainda está longe.

Se eu te amo? Claro que sim. Vai parecer confuso e contraditório, mas eu te amo. Mas é um amor iniciante... Um amor "calouro", sabe? O amor vem da convivência e da reciprocidade. Entende?

É por isso que eu sei que esse amor calouro um dia vai embora... Vai virar "veterano" em outro coração. O "curso" era difícil demais e ele desistiu antes mesmo da primeira prova. O recíproco infelizmente, não quis entrar aqui. 



Mas o amor, o verdadeiro amor, mesmo que não seja o amor incondicional, para a vida inteira ou o amor acima de tudo, não prende. O amor liberta! O único sentimento que prende é o ódio. Ele sim, não deixa ir embora, não deixa esquecer o que já fez doer, já fez sangrar. E é por isso que eu fico sempre na minha, sempre a esperar, sempre a não ir atrás. Pois deixo livre todo e qualquer sentimento que habita em mim e, até mesmo, aqueles que eu tenho pelos outros. Amar é libertar! É querer aqueles que amamos bem e felizes, mesmo que não seja ao nosso lado.

Ontem eu te ví... Te ví, te sonhei, te amei. Hoje ainda estou assim, no encantamento não correspondido. Amanhã? Ah, amanhã, prefiro não estar... 


Tô pra ver uma leva de palavras mais soltas que essa. Mas, mesmo assim, espero que tenha sido uma ótima leitura.


Sozinho, meu pensamento focaliza em alguém. Deixo-o livre, e de repente meu coração aperta. Mas não estou triste, pelo contrário, deixo escapar um sorriso. Comer não me parece tão importante, agora me sinto alimentado por outra coisa. Acordo sempre com os mesmos pensamentos, e os mesmos me impulsionam a ter um grande dia. Quando te vejo sinto coisas estranhas, mas boas. Quando falo com você minha cabeça pensa direito, mas minhas palavras saem embaralhadas, e minhas mãos ficam suando. Meu pensamento focaliza alguém, esse alguém é você. É, estou amando."
Bob Marley



terça-feira, 1 de maio de 2012

Vontades

Vontade de falar: vem aqui, sem compromisso, sem sentimento, só você, só eu, só isso... 

Vontade de te jogar na minha cama, te beijar, te sentir... te amar.

Vontade de sumir com esse sufoco que me invade, toda vez que lembro dos teus carinhos, das tuas mãos nas minhas, dos teus lábios nos meus, do teu coração pulsando no mesmo compasso que o meu.

Vontade de te encher de beijos, de mimos, de afagos, de chocolate, de pipoca, de filme de madrugada com risos abafados, vontade de viver uma história de filme, vontade de ser um filme pra você!


Vontade de acelerar teu coração, de fazer brilhar teus olhos e dominar teus pensamentos. Vontade de te deixar caído de amores, de te fazer flutuar com uma ligação ou mensagem de texto. Vontade de morar em você, invadir a tua rotina, fazer parte da tua vida.

Vontade maldita de saber tudo, de entender tudo, de questionar tudo, de deduzir tudo. Vontade de certeza, de clareza.

Vontade de te odiar, todas as vezes que lembro de ti e me odeio por estar nessa situação. Eu deveria odiar você e não a mim mesma! Mas não consigo... Não consigo te odiar, não consigo te achar um nada, não consigo me livrar desse sentimento que tá calado, desse sentimento que me pegou e me deixou sem armas, sem forças, sem argumentos. Você consegue me deixar raivosa por não te ter e feliz pela presença em minha vida. A sua sinceridade conquista, aproxima, me deixa cada vez mais admirada pela raridade que encontrei. A sua inteligência fascina, me deixa sem palavras. O bom humor ganha, bloqueia meus olhos para qualquer outro ser.

E seguir a filosofia de "aceitar aquilo que não se pode modificar" é o que tem me deixado ir em frente. Não tento modificar, não tento argumentar, não insisto em um novo olhar. Deixo o pensamento fluir, a imaginação reinar e me entrego em sonhos que não irão se realizar. Mas te sonhar me deixa bem. Imaginar e fantasiar. Inventar palavras, gestos, atitudes e sentimentos, por mero capricho. Imaginar um olhar puro, sincero, apaixonado e só meu! Conversar mais, ouvir mais, sentir mais, ter você um pouco mais!


Mais que somente o pensamento,  deixo a vida fluir. Ele, Aquele que me criou e que nunca me abandonou sabe muito bem o que faz. Não foi agora, pode não ser nunca, mas será o que Ele achar que tem que ser. Amém.

Espero tenha sido uma boa leitura. Afinal, quem nunca teve um desejo parecido com esse, não é mesmo? Às vezes, tudo o que queremos é exatamente aquilo que não podemos ter. Desejamos demais, sonhamos demais. Mas, sonhar é bom, né? Eu, pelo menos, não reprimo mais a minha imaginação... Não me culpo mais por sonhar, fantasiar e desejar... Sofro na realidade, mas na imaginação, pelo menos, posso ser feliz. Sei que Deus tem um propósito com tudo e que nenhum sofrimento vem em vão. Se não posso controlar meus pensamentos mesmo, não mais ficarei triste por isso. Vou deixar tudo fluir... ♥

Felicidade? Realidade? Apenas um sonho? Ou ilusão? O que sei é o que sinto, gosto de admirar-te. Teus olhos e teus sorrisos fazem-me caminhar para lugares que jamais pensei estar, mas junto contigo irei para onde o vento me levar.
Admirar-te é o que posso, é o que consigo... [Miquéias Costa - Poemas de Amor]


quinta-feira, 19 de abril de 2012

Saudade, amigo!

Hoje bateu uma saudade de conversar com você!

O mais engraçado disso, é que eu te vejo sempre e sempre estamos a conversar. Mas sabe aquelas conversas que tínhamos? Sim, aquelas é que estão a me fazer uma falta danada.

Risos sem fim. Como eu me divertia com você... Sempre disposto a me arrancar uma gargalhada, com piadas bobas e cantadas medíocres. E como eu ria... ria até doer a barriga.

Debates acalorados. Temos muita, mas muita afinidade mesmo. Mas quando começávamos a conversar e expor opiniões, Deus nos acuda... e isso era tão bom. Descobríamos um no outro uma facilidade enorme em... DEBATER! rsrs Um sempre querendo provar ao outro quem era o certo da história.

Assuntos intermináveis. Tudo era motivo pra mudar de assunto. O mais mínimo dos detalhes já mudava todo o rumo da conversa. E sempre, SEMPRE esquecíamos o que estávamos a tagarelar anteriormente. Ai, como eu me divertia com você.

Mas isso acabou esfriando, né? As rotinas que não coincidem, e 'algunas cositas más', que não vale a pena lembrar agora, pois já fazem parte de um passado que, infelizmente, deve ser esquecido... ou, pelo menos, deve ficar guardadinho lá na estantezinha da memória, como um livro que foi lido - uma leitura ótima, por sinal -, mas que não será lido novamente. Ficará lá, somente para que você o veja e já lembre da ótima 'viagem' que teve com ele.


Enfim, é isso. Dá uma saudade grande dessa época. Onde tudo era motivo de piada, de riso solto e nada era interpretado de forma errada. Voltaremos a ser assim? Sinceramente, eu não sei. Mas sim, gostaria muito que toda essa cumplicidade e bom humor voltassem. Ter um amigo assim me fez tão bem que, acredite ou não, mudei bastante alguns pensamentos e atitudes. Hoje sou mais espontânea e tenho menos medo de confrontar alguém em alguma argumentação. Sim, você fez parte dessa mudança, caro amigo.

Tenho um carinho enorme por você e você sabe. Aliás, o valor que dou aos meus amigos é algo que me dá muito orgulho. Me deixo levar pelas amizade e em momento nenhum me arrependo disso. Posso até me dar mal, mas prefiro 'pecar' pelo exagero do que pela falta.

Saudade de você, amigo. Saudade de você aqui no meu portão, falando besteiras até o finalzinho da noite, me fazendo gargalhar alto na rua. Saudades de argumentar e argumentar com você, até ficar sem argumentos. Saudades de um tempo atrás (aliás, pouco tempo), onde tudo era puro e a amizade era intensa. Saudades...


Fiz esse texto hoje, na faculdade. Saiu tão rapidinho da cachola que eu até me assustei... rsrsrs. Mas está ai, um texto singelo, a um querido amigo. Espero que seja uma boa leitura e que te leve a lembrar daqueles que você também sente essa falta danada. Manda esse texto para eles, eles vão adorar! ♥

A amizade é uma predisposição recíproca que torna dois seres igualmente ciosos da felicidade um do outro.
Platão